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Out 08

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A transparência absoluta no financiamento dos partidos políticos é uma condição essencial à democracia. E se na democracia portuguesa essa transparência existe ao nível dos fundos estatais, é evidente que tem também de se verificar quando se fala de contributos privados para os cofres dos partidos.

 

Os partidos políticos são os pilares da democracia. Estes têm de dar o exemplo. E parte deles são organizações financiadas por interesses corporativos ou individuais com intuito de os beneficiar. A Lei do financiamento partidário pecou por tardia. Há dúvidas no OE2009 a AR que esclareça totalmente.

 

As quotas e as ofertas particulares  partidárias não podem ser pagas com diheiro vivo, pois a facturação pode ser falsificada para baixo. O cheque e o cartão de débito ou de crédito são dois modos de controlar.


ps: A rigidez da Lei não deveria ser aplicada às Festas. Alguém imagina o visitante pagar em cheque um copo de vinho e uma patanisca!

publicado por José Manuel Faria às 10:30

4 comentários:
"Já os donativos, esses sim, para mim podem ser ilimitados, mas devem ser contabilizados."

Caro António, imagine um exemplo destes: A Sonae e o Amorim cada um "injectam" 5 milhões de euros! Obviamente esperam contrapartidas e enviesam o sistema partidário, este partido tem condições muito superiores aos demais.
José Manuel Faria a 23 de Outubro de 2008 às 18:28

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