O filme trata-nos de um exterminador de insectos (intrepretado por Peter Weller) chamado Bill Lee, que tem como emprego exterminar os ditos seres, tudo começa, quando a meio de uma exterminação o produto (um pó amarelo) acaba e o serviço fica por terminar, coisa que chega mesmo a levar ao gozo por parte dos seus colegas de emprego, tudo parece normal, mas as coisas começam a intrincar, percebemos que a mulher do nosso personagem anda a injectar o pó das baratas e afirma que a dita droga lhe dá uma "moca literária", entendemos também que as companhias do exterminador não são os seus colegas da profissão actual, mas sim um par de escritores mal enjorcados mas espirituosos que aspiram a um sucesso quer pouco provável, quer pouco merecido, é de notar que o nosso exterminador é uma pessoa letrada, que havia sido escritor, mas que tivera que largar a escrita, pois considerava-a demasiado perigosa.
Um filme difícil de compreender, talvez observar mais do que uma vez a obra. É para partir a cabeça e um murro no estômago.
publicado por José Manuel Faria às 11:37