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Abr 09

 "A palavra do deputado faz fé, não carecendo por isso de comprovativos adicionais". É esta a redacção do ponto sete do novo regime de presenças e faltas dos deputados em plenários, que o presidente da Assembleia da República fez aprovar


Para além da função primordial de representação, compete à Assembleia da República assegurar a aprovação das leis fundamentais da República e a vigilância pelo cumprimento da Constituição, das leis e dos actos do Governo e da Administração.


Na Assembleia da República existem uns senhores (as) que têm uma função tão especial e que talvez por isso não sejam empregados, nem trabalhadores (esqueçam o código de trabalho), e longe de serem patrões, designam-se por Deputados com poderes próprios, direitos e deveres originais, seres especiais “escolhidos” normalmente de 4 em 4 anos pelo povo, falam, escrevem e discutem em nome de todos nós: fundamentais para a Democracia.

 

Os Deputados de tão bons, puros ou angélicos não necessitam de justificar as suas faltas, através de papeladas difíceis de arranjar e ou escrever, nenhum infelizmente conhece um médico ou tem médico de família, são seres imunes às doenças, imunes a tudo, dizem para serem Livres.

 

E todos batem palmas!

 

Depois queixam-se quando as “massas” dizem que são todos iguais!

publicado por José Manuel Faria às 09:59

Abril 2009
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