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Abr 09


 

Ainda John Le Carré, Amigos até ao Fim. Dom Quixote, 2008.

 

Mundy e Sacha. O primeiro, um pobre diabo à procura de si próprio, não aspirando a mais nada a não ser a uma sossegada, prosaica e feliz vida doméstica. O segundo, um ser revoltado, idealista, sonhador, patético. Uma amizade inviolável que leva o primeiro a seguir o segundo num percurso acidentado, semeado de desilusões profundas e de esperanças arrebatadoras, pelas veredas sinuosas e traiçoeiras da ressaca de Maio de 68, dos últimos anos da Guerra Fria e da invasão do Iraque. A quem poderão ser úteis estes D. Quixote e Sancho Pança dos tempos que correm? Quanto valerão as suas vidas se as colocarmos nos pratos da balança das perdas e ganhos da luta contra o “eixo do mal”? Avisam-se as almas politicamente sensíveis: pode ser deprimente 

António Cruz Mendes

publicado por José Manuel Faria às 16:46

Abril 2009
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