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Mai 09

O Presidente da República defendeu ontem que as forças partidárias têm “responsabilidades muito particulares na construção de soluções de Governo”, sublinhando que nenhuma deve ficar de fora na procura de respostas para ultrapassar os actuais problemas do país. (Lusa).

 

As Televisões, rádios, comentadores e analistas, interpretaram esta e demais frases de Cavaco como um apelo ao Bloco Central ou pelo menos a não descurar essa hipótese. A insistência na tese de uma coligação pós – eleitoral, PS/PSD, é a tentativa do “sistema de interesses” económicos/financeiros/grandes empresários, preparar o País para esse facto consumado, caso o PS não obtenha maioria absoluta. E Cavaco não disse isso, apelou sim à procura de soluções governativas entre todos.

O facto dos actuais partidos parlamentares em princípio concorrem isoladamente, não coloca de lado qualquer entendimento pós-eleitoral, onde várias soluções podem ser testadas: PS/CDS; PS/PCP ( sem Sócrates); PS/BE (sem Sócrates); PS/PSD ou Alegre/BE/PCP. Sócrates pode não querer governar em minoria e ser substituído por outro dirigente, assim como o PR pode chamar o 2º partido mais votado, se entretanto o PS não quiser por e simplesmente governar sem maioria absoluta e tentar forçar eleições antecipadas. Não há necessidade de dramatizar, a Democracia portuguesa está suficientemente madura para dar a volta ao Problema.

publicado por José Manuel Faria às 10:59

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