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Jun 09

 


in DDV

 

 

O Cartaz:

Positivo,

1 – A sua grandeza;

2 – Mostra todos os Candidatos;

3- As Cores de Vizela;

4 – Três Mulheres em 7;

5 – A Maioria apresenta um ar Feliz.

Negativo,

1 – Os Candidatos em Camisa (o estafado ar de “arregaçar as mangas”);

2 – Destaque excessivo a Miguel Lopes, o único de Gravata;

3 - Símbolos dos partidos muito pequenos.

publicado por José Manuel Faria às 10:34

18 comentários:
Excelente outdoor!

Vizela em 1º lugar que é o mais importante!!!
Miosotis a 16 de Junho de 2009 às 12:49

Meu amigo, miudezas, o alimento de quem não vê grande, e no intimo...
Anónimo a 16 de Junho de 2009 às 14:20

Faria, não me diga que no seu outdoor vai aparecer de fato?!!!
Anónimo a 16 de Junho de 2009 às 17:23

Não me digam que a Coligação não estudou os pormenores do Cartaz, claro que sim. E fizeram bem.
José Manuel Faria a 16 de Junho de 2009 às 18:14

Sem prejuízo do que referi em comentário a outro post , não posso deixar de referir que o cartaz é um meio de comunicação política, pelo que é óbvio que o seu conteúdo foi estudado.
Não tendo participado na sua feitura, tenho que reconhecer que foi bem concebido. E vou-me conter quanto aos aspectos negativos elencados pelo meu amigo Zé.
O estar em mangas de camisa. Eu interpreto esse sinal como uma mensagem de simplicidade, mas também porque se trata de uma equipa que se dispõe a trabalhar em prol de todos os vizelenses, coisa que os actuais responsáveis camarários não fizeram, pois andaram mais entretidos em comparecer a eventos e cerimónias. E o concelho precisa de gente que o sirva e não se sirva dele.
O relevo dado ao Miguel Lopes: sendo ele o cabeça-de-lista e candidato à presidência da CMV, e o cartaz visa dar a conhecer a equipa candidata à CMV, é bom que mostre quem chefia a equipa.
O pouco relevo dos símbolos dos partidos que compõe a Coligação Vizela Para Todos: revela apenas que embora a Coligação tenha na sua génese o PSD e CDS, ela vai muito mais além desses dois partidos; até porque no cartaz figuram, maioritariamente, candidatos independentes, que não possuem qualquer filiação partidária. Além disso, trata-se de um projecto que pretende ser de todos os Vizelenses e para todos os Vizelenses, basta que os Vizelenses pensem no que é melhor para o seu Concelho e não para o "clube" do seu coração. Nestas eleições e para a Coligação interessa muito mais o futuro do nosso concelho do que os resultados do PSD e do CDS.
ricardo martins a 17 de Junho de 2009 às 01:40

É verdade Ricardo, o que dizes não é novidade alguma.

Há contudo um pormenor político/legal importante. As coligações de partidos terminam no momento da contagem dos votos.
Enquanto que uma Lista de Independentes Pura ( recolha de assinaturas) é absolutamente diferente ( tipo Roseta ou MIV).

Quer isto dizer que os Deputados eleitos na AMV serão identificados como do CDS, PSD e "Independente". O regimento da actual AMV creio que terá de ser bem analisado por causa da distribuição dos tempos. A situação idêntica à da CDU ( PCP/PEV)
É assim na AR e é assim na AMV .
José Manuel Faria a 17 de Junho de 2009 às 10:48

é como diz Ricardo Martins. Estou de acordo.
jorge miranda a 17 de Junho de 2009 às 20:58

Posso fazer uma pergunta sem maldade?

Se a Coligação PSD/CDS está muito, mas muito para além dos 2 partidos. Questiono: Porque é que não criaram uma Lista Independente, com apoio do PSD e do CDS?



José Manuel Faria a 17 de Junho de 2009 às 21:51

Há um objectivo: ganhar.
Se para isso for preciso "misturar" tudo e todos...Bora lá.
Chatice vai ser depois quando um defender "A", uns defenderem "B" e mais uns tantos defenderem "C".

Vizela não anda a dormir.

O cartaz não deve ter sido lá muito bem estudado (há pessoas com cara pálida e nada enquadradas).
O facto de usarem camisa com ou sem gravata é irrelelvante.

O que vale é que o candidato mais forte é o Dinis Costa. Se ele ganhar e se ele for o presidente da Câmara de Vizela será provavelmente um dos dias mais tristes da vida de Vizela.

Veremos.

OBS: O cartaz parece para as eleiçoes do Conselho Executivo da escola...
Jota M. a 17 de Junho de 2009 às 23:06

Caro Zé,
Penso que incorreste nalguns equívocos.
As coligações só se extinguem se as forças partidárias denunciarem o acordo de coligação entre elas concluído.
Todo o deputado municipal (independente ou não) tem um mandato que pode exercer livremente, sem quaisquer grilhetas partidárias. Isso está consagrado na lei. A disciplina partidária apenas tem cobertura legal enquanto o deputado se submete livremente a ela. Vê o caso do Manuel Alegre na AR. Claro que sendo o deputado filiado num determinado partido e violando a disciplina de voto ditada pelo partido, sujeita-se a consequências políticas de cariz partidário (p. ex.: não ingressar na lista de candidatos desse partido nas eleições seguintes; pode ser recambiado para um organismo estrangeiro para deixar de ser uma voz incómoda, etc.).
E esse foi o teu primeiro equívoco. Todo o deputado (municipal ou outro) é legalmente independente.
Por isso não é líquido que os deputados filiados e eleitos por um determinado partido não exerçam o seu mandato ao arrepio do programa desse mesmo partido. Eu tive muitos desses exemplos dentro do grupo municipal a que pertenci. E esse risco é tanto maior quando o deputado não é filiado no partido em cuja lista foi eleito. Foi o caso do vereador José Sá Fernandes, eleito pelas listas do BE.
Mas para quem, como eu, ainda acredita na palavra e na seriedade das pessoas quando assumem compromissos, o acordo que esteve na constituição de uma coligação partidária não se realiza com o acto eleitoral, mas está para além dele. Claro que depende do acordo celebrado. Mas no caso em apreço, o acordo (tanto quanto eu sei) tem eficácia até às eleições seguintes (2013). E tem na sua génese um programa/projecto de governo para o Município e para as Freguesias, que é do conhecimento de todos os candidatos, os quais aceitaram livremente defender e cumprir. Pelo que, tratando-se de gente séria, não vislumbro dissidências durante o mandato dos que forem eleitos.
Embora eu tenha feito parte da comissão que elaborou o primeiro projecto de regulamento das sessões da AMV, que vigorou no mandato em que fui deputado, ignoro se é esse que ainda está em vigor. Mas seja como for, a questão dos tempos para o uso da palavra, dependerá da vontade maioritária da próxima AMV. Claro que todos os deputados independentes terão de ver assegurado um tempo mínimo para o uso da palavra. Mas aqui o conceito de independente já tem uma outra definição. Nada tem a ver com a filiação partidária, mas com o fazer ou não parte de um determinado grupo municipal. Assim sendo e não havendo dissidências, todos os deputados eleitos pela Coligação integrarão na AMV o respectivo grupo municipal.
Quanto à questão do PSD e do CDS não terem apoiado uma lista exclusivamente composta por independentes. Foi a opção tomada. O que só acontece porque os dois partidos têm quadros válidos que podem e devem participar no projecto que a Coligação propõe. O que não invalida que sejam igualmente convidados a participar cidadãos não filiados mas que comungam desse mesmo projecto.
Mas permite-me uma provocação. Para ti o MIV é o protótipo de lista independente?
ricardo martins a 18 de Junho de 2009 às 00:05

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