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Jun 09

Dezenas de anos após o primeiro acto eleitoral há ainda muitas arestas a limarem para tornar o acto eleitoral, desde o processo de constituição de mesas até à contagem final dos votos, absolutamente limpo. Os Delegados assim como os membros das mesas servem para identificar e corrigir os lapsos e os erros propositados. Em Portugal, creio nunca ter havido fraudes que pudessem por em causa um resultado eleitoral, no entanto quando as vitórias/derrotas são por 1 ou 2 votos, nessa altura há preocupação. Pois, é!

 - O eleitor acompanhado pelo filho mais novo;

 - O analfabeto que pede ajuda por não saber ler;

 - O eleitor que vê mal, mas não usa óculos;

 - Considerar tal voto nulo ou válido, etc.

 

Por isso o “teste” ou o receio do eleitor: “Vítor Santos diz ter ido à freguesia de Golpinheira, "por curiosidade", confirmar se o seu nome ainda constava nos cadernos eleitorais. Uma vez que sim, sentiu-se na obrigação de votar duas vezes temendo que, se não o fizesse, numa das freguesias o seu voto seria considerado branco"".  Confirmou que há erros técnicos deste tipo ou de outro índole, quando o falecido vota, e não são casos insignificantes.

publicado por José Manuel Faria às 10:26

Junho 2009
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