Há quem critique severamente o sistema eleitoral português, por ser excessivamente proporcional, e por isso, permitir com muita dificuldade executivos maioritários. Relativamente às eleições autárquicas, os resultados mostram a facilidade de criar maiorias absolutas e, caso se trate de Concelhos com baixo número de eleitores, maior a possibilidade de ocorrer essa “maldade”.
Os partidos políticos e as suas máquinas de campanha investem exageradamente nos grandes concelhos, deixando pouco mais que uns trocos para os outros, nestes, os candidatos que se amanhem na procura de verbas (festas, jantares, amigos, empresas), ou inventem modos de criar “riqueza”.
Curiosamente, deveria ser ao contrário, os partidos deveriam colocar à disposição das candidaturas dos Concelhos “menores”, proporcionalmente mais capital e apoio logístico, favorecer/criar uma discriminação positiva.
A dificuldade em entrar na Assembleia Municipal, por exemplo em Vizela, é pelo menos 5 vezes mais que
Vamos lá raciocinar politicamente.