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Jan 07

A passagem de poderes "provisória" anunciada em Cuba em Julho de 2006 tem todas as hipóteses de durar. A era pós Fidel Castro já começou. Mesmo que Raul Castro, irmão do fundador do regime revolucionário, seja designado como garante da continuidade institucional, uma verdadeira substituição de gerações é inevitável a curto prazo. Face às graves dificuldades do desenvolvimento económico, face às desigualdades e à corrupção, face enfim à ameaça sempre real de uma ingerência norte-americana, a futura direcção terá dificuldade em demonstrar a sua legitimidade. O carisma paternalista do líder histórico já não é moda. Mas como será possível inventar um paradigma institucional mais democrático conservando o que resta das conquistas sociais?

publicado por José Manuel Faria às 13:46

4 comentários:
É uma pergunta difícil, mas passa sempre por uma democracia política.
José Manuel Faria a 21 de Janeiro de 2007 às 14:24

democracia política... mas só com uma grande dose de inteligência; e sem o oportunismo que outros países sofreram em pós-ditadura!
silviaefe a 21 de Janeiro de 2007 às 20:17

Cuba é uma ditadura. A palavra "democrático" é portanto descontextualizada.
Pedro Morgado a 21 de Janeiro de 2007 às 21:12

Não são os países que assumem os regimes políticos, mas os dirigentes que os governam...
silviaefe a 22 de Janeiro de 2007 às 19:46

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