
Eram conhecidas as práticas sexuais pedófilas de embaixador Jorge de Britto, e nunca o fizeram parar, nem na cadeia, nem na profissão. Os governos sabiam, e deslocavam-no para outros “paraísos”, os colegas sabiam e olhavam para o lado, com um bom advogado, vê-se o caso Casa Pia. Neste caso, “No caso do processo judicial, que culminou com a condenação de Ana em dois anos e meio de prisão, suspensos por igual período, o tribunal provou que, durante as férias da Páscoa, em 2007, a professora apalpou e acariciou uma então aluna, na sua casa de férias da Póvoa de Varzim. O Colectivo de Juízes considerou que este único episódio limitou a liberdade sexual da menor e censurou o comportamento da professora.”, a docente é demitida das suas funções. Dois pesos e duas medidas. Não esquecer que o acto ocorreu fora da escola. Segundo a DREN, a professora será para toda a vida uma predadora sexual, caso a docente tenha uma turma de meninas, a "louca" atira-se logo! Por vezes exagera-se para se criar um bode expiatório. Quantos milhares não estariam fora da Administração pública, se houvesse este zelo, "pedofilia, assédio sexual, troca de posto por sexo, emprego por sexo..."