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O Verão quente político tornar-se-á mais “hard” a partir de hoje. São conhecidos os candidatos - Legislativas/autárquicas – 14 no Círculo de Braga e 4 no Concelho de Vizela, dos programas uns são públicos, outros quase. O Eleitorado tem muito por onde optar do extremo neofascista (PNR) ao extremo marxista-leninista (MRPP), nas legislativas. Nas autárquicas, e neste caso os Vizelenses com menos opções, mesmo assim com variedade que chegue. Há três hipóteses de voto muito acolhidas, mas creio extremamente perigosas: a abstenção, o voto nulo e o voto branco. A 1ª hipótese muito popular entre os que dizem, “são todos iguais”, contudo absolutamente inócua, as % altas “indicam” insatisfação/preguiça/desleixo, no entanto a vida política continua, na prática beneficia os do “costume”. A 2ª e 3ª com intenções diferentes, “estou contra todos” ou “não gosto de nenhum”, têm um efeito prático idêntico (lixo), não entram nas contas de atribuição de mandatos, e beneficiam sempre aqueles que gostamos menos, pois os outros não crescem.

Caros amigos, votem válido, votem, nem que seja no menos mau, porque há sempre um ainda pior.

Não há lista, não há candidato, não há programa que nos satisfaça a 100%, e ainda bem.

publicado por José Manuel Faria às 10:20

9 comentários:
Mesmo sem votos existe batota nas eleições, urnas caem ao chão em todos os concelhos, autocarros a ir buscar eleitores ao locais mais remotos só com um membro de um partido lá dentro, isso existe, mas o voto em branco é sim a única forma de protesto prevista na lei, porque os votos nulos podem ser por falta de informação sobre o método de se votar, vandalismo (as pessoas que mudam os nomes dos candidatos ou colocam o seu), agora umas eleições onde ganhem os votos em branco, essas eleições nunca terminarão aí, no caso do referendo do aborto, muita gente criticava a pergunta, se os votos em branco fossem muitos e ganhassem, a pergunta teria de ser reformulada. é isso o poder do voto em branco, as eleições podem ser repetidas, não devemos é promover a abstenção e nisso estamos de acordo, mas devia-se dar a entender que o voto em branco é uma arma para toda a gente, e isso de beneficiar os grandes é relativo, em Vizela, por exemplo nas próximas autárquicas não ia beneficiar nada os grandes o votos em branco.
Quanto à obrigatoriedade de voto, antes de ser obrigatório devíamos tentar novos métodos , voto electrónico via internet, ou ate mais que um dia de votações, entre muitas outras hipoteses.
não devemos é promover a abstenção.
Pedro Pedrosa a 31 de Agosto de 2009 às 18:25

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