
"Contas feitas, o aumento nominal dos salários será engolido pela inflação e não haverá qualquer aumento do poder de compra, revelou o ministro das Finanças na conferência de imprensa que se seguiu ao Conselho de Ministros Extraordinário"
- Para combater a despesa pública, os altos cargos da Administração Pública, gestores de empresas públicas, direcção da CGD, Banco de Portugal e em todas as empresas públicas/privadas, terão uma diminuição de salário tal, que os seus vencimentos não superarão o do Presidente da República. Sabe-se que centenas destes preparam-se para apresentarem demissões, exigindo reformas altíssimas pela compensação da perda de poder de compra.