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Mai 18

 

O assunto foi abordado na reunião do Executivo Municipal de Vizela sessão, realizada esta manhã, foi aprovada por maioria a proposta de sétima modificação aos Documentos Previsionais de 2018. Tal como aconteceu em sessões passadas, em que o vereador do PS, Horácio Vale, criticou as constantes modificações ao Orçamento de 2018, também nesta reunião Fátima Andrade, vereadora da coligação PSD/CDS-PP, lamentou mais uma modificação ao documento o que na sua perspetiva leva a pensar que o Orçamento “foi feito em cima do joelho”, disse no decorrer da sessão. Uma das razões que levam a esta modificação aos Documentos Previsionais de 2018 tem a ver com a intenção do Município de Vizela em querer contratar, até dezembro, em regime de tarefa e avença. Fátima Andrade, que se absteve na hora da votação, referiu, em declarações à Rádio Vizela, que “desde o início se apercebeu que o senhor presidente [Victor Hugo Salgado] teria dito que a Câmara teria pessoal a mais, que não estão bem distribuídos”. Por esta razão, para a vereadora “não é preciso contratar ninguém”, basta que as pessoas que estejam a mais num serviço sejam integradas onde estão a fazer falta, “onde são necessárias”, o que no seu entendimento “daria uma credibilidade muito maior à ação do Executivo”.

Os vereadores do PS também se abstiveram na votação desta proposta. No final da reunião, Dora Gaspar mostrou-se “surpresa” com esta intenção do Executivo, liderado por Victor Hugo Salgado. “É uma incongruência. A nossa postura é de lamentar que o presidente de Câmara insista em atacar o PS e o passado quando no presente faz exatamente o oposto daquilo que diz e vai muito para além daquilo que o PS fez”. A vereadora sublinha que o PS sempre defendeu “que havia carência de recursos humanos na Câmara Municipal de Vizela (CMV), nomeadamente na área da Educação e das Obras Municipais”. Por essa razão, explicou, em 2017 o anterior Executivo criou “um vínculo para 15 precários, com contrato de trabalho a termo certo, por um período de três anos, e ouvimos o senhor presidente, na anterior Reunião de Câmara e na Assembleia Municipal, a criticar”. “Isto é lamentável, é deplorável”, afirmou Dora Gaspar. A vereadora do PS recordou também a intenção do anterior Executivo em integrar 45 precários, que na perspetiva de Dora Gaspar “fazem falta à CMV, e o presidente de Câmara veio dizer que só vai integrar 23 e que esses são suficientes”. “Depois, na prática,

publicado por José Manuel Faria às 11:52

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