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Jan 14

 

Quatro meses após as eleições municipais, poder-se-ia dizer que em Vizela não se passa politicamente nada: foram as diatribes, Dinis Costa/Miguel Lopes num processo estranho de convite/desconvida, tomadas de posição pelos partidos interessados no “negócio” e, umas bocas aqui outras ali, sobre as posturas dos protagonistas e respectivas organizações que deram algum condimento à desenxabida alimentação, agora, propostas concretas e debate político puro continuam de fora da agenda à espera do carnaval.

 

Um município amorfo, inócuo e sem discussão sócio/política concretiza-se a curto prazo num deserto precocemente envelhecido e triste.

 

Ps: bem, as contratações efectuadas pelo edil de funcionários políticos deram alguma celeuma que, infelizmente, desvanecerá em breve.        

publicado por José Manuel Faria às 09:45

Janeiro 2014
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