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Jul 14

Há a urgência em alterar comportamentos da esquerda(s) à esquerda do PS. Esta digladia-se desde sempre na procura de quem é mais marxista mais socialista mais revolucionária e, com isto, os ex:salazaristas do CDS e PSD juntos mais o PS  têm governado sempre após/Abril, nas continuas ondas capitalistas, liberais, conservadoras, infectando os oceranos com ideologias ultra/financeiras especulativas travando as águas humildes operárias e demais trabalhadores - o roubo de rendimento e de direitos-,  é hora (nas próximas legislativas) da maioria social tomar o poder e correr com Paços, Portas e Cavaco. através da construção de uma grande plataforma democrática e socialista de objectivo único e pragmático para isso era fundamental ter no mesmo barco, o BE. o LIVRE, o Movimento 3d e a manifesto, seria uma proposta para (12/14%) com mais de 30 deputados: a direita  encolheria e o PS teria de abrir portas e dialogar com as alternativas.

publicado por José Manuel Faria às 11:33

5 comentários:
Pois é , a ESQUERDA nunca governou, temos tido governos de alternância , como o rotativismo do século XIX, as clientelas do PS e do PSD, sucedem-se nos tachos, ás vezes com o CDS a lamber as migalhas-

Tudo muito certo , mas exactamente por isso e para romper com esse estado de coisas, são precisas alternativas, e elas não se constroem com os partidos da alternância, o PS não é reformável, pelos muitos interesses instalados, é uma ilusão que pode sair muito cara, pensar que se pode condicionar o PS.

Resta-nos a ESQUERDA, mas ela está muito divida, pode encontrar-se uma plataforma mínima de entendimento, um programa comum, certamente, agora parece um bocado surrealista, que aqueles que nos últimos tempos mais têm dividido a esquerda, criando partidos , e preparando-se para criar mais, surjam como os campeões do anti-sectarismo, e das propostas unitárias, certamente não esperam ser levados a sério.

A ESQUERDA não se reforça dividindo-a em mais capelinhas, só porque certos cidadãos só olham para o seu umbigo.

Anónimo a 27 de Julho de 2014 às 02:25

quer dizer uma alternativa de poder com: PCP, BE e esquerda reformista.

1- O PCP só governa se vencer as eleições;

2- As outras esquerdas não ultrapassarão os 15%.

3- A rotina continuará: PS/PSD/CDS no poder e, o povo a sofrer.

Estamos realmente num impasse, e não vale a pena escamotear a situação.

Têm de pesar todas as possibilidades, sem se tentar conduzir a ESQUERDA ao seu suicídio , que seria participar num governo PS , que se recusasse a negociar a Reestruturação da Divida e exigir o fim do Tratado Orçamental.

Este poderia ser o começo de um programa mínimo de alternativa.

Unir todos os que entendem prioritário a Reestruturação da Divida, e que querem denunciar o Tratado Orçamental, que é um garrote ao desenvolvimento do País e de combate á austeridade.

Como vê estes duas propostas têm largo apoio, e podem ser as traves mestres da construção de uma alternativa de ESQUERDA.

A unidade tem de ter alicerces, e assentar em propostas viáveis que sejam realmente alternativa e não alternância.

É isto que vai estar em discussão na ESQUERDA, e não se a ESQUERDA deve ou não ser governo, isso é uma falsa questão, deve ser GOVERNO, mas ter propostas claras de alternativa, se não como já escrevi, será a reedição do Hollande com uma bengala de esquerda.
Anónimo a 27 de Julho de 2014 às 14:58

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